terça-feira, 15 de julho de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
domingo, 13 de julho de 2008
quarta-feira, 9 de julho de 2008
sábado, 5 de julho de 2008
5D-Função comunicativa das imagens na Sociedade e na Escola.
Desde sempre que a representaão do quotidiano representa para a socedade uma forma de passagem de testemunho sobre a vida e sobre a sobrevivência.
No entanto ma época medieval era considerado um meio de ensino perigoso, na transmissão de conhecimento uma vez que cada um dos alunos podia fazer a sua própria interpretação do tema, deixando pouco espaço para a manipulação, que foi tão caracteristica nessa época.
Ao longo da história da civilização as representações artisticas ficaram como retrato das sociedades e seus costumes. Assim como as técnicas de representação foram evoluindo conferindo à imagem diferentes caracteristicas que a defeninem até aos dias de hoje.
Actualmente, e devido ao alargamento dos media através da televisão, cinema, jornais e internet, a projecção de imagem faz com que a atençãopretendida para os temasredobre, sendo também um meio para memorizar e aprender associadndo exemplos reais, enriquecendo o nosso universo cultural e cientifico.
No entanto ma época medieval era considerado um meio de ensino perigoso, na transmissão de conhecimento uma vez que cada um dos alunos podia fazer a sua própria interpretação do tema, deixando pouco espaço para a manipulação, que foi tão caracteristica nessa época.
Ao longo da história da civilização as representações artisticas ficaram como retrato das sociedades e seus costumes. Assim como as técnicas de representação foram evoluindo conferindo à imagem diferentes caracteristicas que a defeninem até aos dias de hoje.
Actualmente, e devido ao alargamento dos media através da televisão, cinema, jornais e internet, a projecção de imagem faz com que a atençãopretendida para os temasredobre, sendo também um meio para memorizar e aprender associadndo exemplos reais, enriquecendo o nosso universo cultural e cientifico.
3C - Composição da Imagem
Processo de composição de uma imagem - A maior parte das boas fotografias foram criadas, portanto, se se querem criar fotografias há que se fmiliarizar com principios da composição.
Em essência a composição é, como se indicou, a seleção e colocação de objetos na área fotografada.
Estes são os parametros:
Enquadramento
O olho humano observa um espaço sem limites, mas na câmera o enquadramento está limitado por quatro lados. Portanto é necessário escolher o que se quer incluir e o que vamos excluir desde nosso marco fotográfico

Angulações
Procurar um bom ângulo para a tirar uma fotografia, consiste em espreitar a nossa impressão gráfica, e estar alerta de que qualquer pequeno deslocamento de pouca distância, pode gerar composições diferentes que serão mais ou menos afortunadas. Em consequência, se nos moveremos em torno dela cercando-nos e afastando-nos se é possível, até conseguir um ponto de vista adequado e obter na maior medida possível as quatro seguintes características:
- O sujeito principal da cena deve mostrar para a câmera o lado que nos interessa tomar, o qual pode ser segundo a intenção do fotógrafo, qualquer das muitas frentes que o tenha.
- Devemos procurar o ângulo de incidência da luz mais pertinente para o conceito que desejamos comunicar, sendo com alguma freqüência a iluminação mais apreciada, a semi-lateral, mas podendo ser também qualquer outra.

Tomada a Nível – é quando a fotografia se realiza desde o mesmo nível do objeto tomado, nem por cima nem por baixo dele. Serve para mostrar ou descrever um pouco de maneira "natural" ou "objetiva".
Tomada em Partida – é quando a imagem se toma desde uma posição mais alta do que o objecto fotografado, de cima para baixo. Devido à perspectiva que se produz o motivo, vê-se diminuído em tamanho quando se utilize sobre pessoas pode conotar em alguns casos pouca importância, debilidade ou humilhação.
Tomada em Contrapartida - É quando a fotografia se realiza de um lugar mais acima do que o motivo tomado, ficando este mais alto do que a câmera.__Devido à perspectiva que se gera, o objeto se apresenta engrandecido visualmente, pode em alguns casos conotar enaltecimento, importância ou poder._
Tomada em Cena - É quando a imagem se toma num ângulo totalmente de cima para baixo, em posição perpendicular com respeito ao solo, isto é, o mais extremo possível de uma tomada em picado.__Produz uma gráfica sem perspectiva, que pode ser muito descritiva se se aplica a objetos pequenos, é infreqüente e interessante se se usa com elementos grandes.

Tomada em Partida – é quando a imagem se toma desde uma posição mais alta do que o objecto fotografado, de cima para baixo. Devido à perspectiva que se produz o motivo, vê-se diminuído em tamanho quando se utilize sobre pessoas pode conotar em alguns casos pouca importância, debilidade ou humilhação.
Tomada em Contrapartida - É quando a fotografia se realiza de um lugar mais acima do que o motivo tomado, ficando este mais alto do que a câmera.__Devido à perspectiva que se gera, o objeto se apresenta engrandecido visualmente, pode em alguns casos conotar enaltecimento, importância ou poder._
Tomada em Cena - É quando a imagem se toma num ângulo totalmente de cima para baixo, em posição perpendicular com respeito ao solo, isto é, o mais extremo possível de uma tomada em picado.__Produz uma gráfica sem perspectiva, que pode ser muito descritiva se se aplica a objetos pequenos, é infreqüente e interessante se se usa com elementos grandes.
Planos de visão
Quanto ao distanciamento da câmera em relação ao objeto fotografado, levando-se em conta a organização dos elementos internos do enquadramento, verifica-se que a distinção entre os planos não é somente uma diferença formal, cada um possui uma capacidade narrativa, um conteúdo dramático próprio.
É justamente isso que permite que eles formem uma unidade de linguagem, a significação decorre do uso adequado dos elementos descritivos e/ou dramáticos contidos como possibilidades em cada plano.
Grande Plano Geral (GPG)
O ambiente é o elemento primordial. O sujeito é um elemento dominado pela situação geográfica. Objetivamente a área do quadro é preenchida pelo ambiente deixando uma pequena parcela deste espaço para o sujeito que também o dimensiona. Seu valor descritivo está na importância da localização geográfica do sujeito e o seu valor dramático está no envolvimento, ou esmagamento, do sujeito pelo ambiente. Pode enfatizar a dominação do ambiente sobre o homem ou, simbolicamente, a solidão.
Plano Geral (PG)
Neste enquadramento, o ambiente ocupa uma menor parte do quadro: divide, assim, o espaço com o sujeito. Existe aqui uma integração entre eles. Tem grande valor descritivo, situa a ação e situa o homem no ambiente em que ocorre a ação. O dramático advém do tipo de relação existente entre o sujeito e o ambiente. O PG é necessário para localizar o espaço da ação
Plano Médio (PM)
É o enquadramento em que o sujeito preenche o quadro - os pés sobre a linha inferior, a cabeça encostando na superior do quadro, até o enquadramento cuja linha inferior corte o sujeito na cintura. Como se vê, os planos não são rigorosamente fixados por enquadres exatos. Eles permitem variações, sendo definidos muito mais pelo equilíbrio entre os elementos do quadro, do que por medidas formais exatas.
Primeiro Plano (PP)
Enquadra o sujeito dando destaque ao seu semblante. Sua função principal é registrar a emoção da fisionomia. O PP isola o sujeito do ambiente, portanto, "dirige" a atenção do espectador.
Plano de Detalhe (PD)
O PD isola uma parte do rosto do sujeito. Evidentemente, é um plano de grande impacto pela ampliação que dá a um pormenor que, geralmente, não percebemos com minúcia. Pode chegar a criar formas quase abstratas.
Cor
A cor é um fenômeno óptico provocado pela acção de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informção pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso.
A cor de um material é determinada pelas médias de frequência dos pacotes de onda que as suas moléculas constituintes refletem. Um objeto terá determinada cor se não absorver justamente os raios correspondentes à freqüência daquela cor.
Assim, um objeto é vermelho se absorve preferencialmente as frequências fora do vermelho.

A cor é relacionada com os diferentes comprimento de onda do espectro eletromagnético. São percebidas pelas pessoas, em faixa específica (zona do visível), e por alguns animais através dos órgaos de visão, como uma sensação que nos permite diferenciar os objetos do espaço com maior precisão.
Considerando as cores como luz, a cor branca resulta da sobreposição de todas as cores, enquanto o preto é a ausência de luz. Uma luz branca pode ser decomposta em todas as cores (o espectro) por meio de um prisma. Na natureza, esta decomposição origina um arco-íris.
Percepção da Cor
A cor é percebida através da visão. O olho humano é capaz de perceber a cor através dos cones (Células cones). A percepção da cor é muito importante para a compreensão de um ambiente.
A cor não tem só que ver com os olhos e com a retina mas também com a informação presente no cérebro. Enquanto, com uma iluminação pobre, um determinado objecto cor de laranja pode ser visto como sendo amarelado ou avermelhado, vemos normalmente mais facilmente com a sua cor certa uma laranja, porque é um objecto de que conhecemos perfeitamente a cor
Luz
Trata-se de uma radiação electromagnética pulsante ou num sentido mais geral, qualquer radiação electromagnética que se situa entre as radiações infravermelhas e as radiações ultravioletas.
Efeito da luz do sol passando por uma janelaAs três grandezas físicas básicas da luz (e de toda a radiação electromagnética) são:
brilho (ou amplitude)
cor (ou frequência)
polarização (ou ângulo de vibração).
Devido à dualidade onda-partícula, a luz exibe simultaneamente propriedades de ondas e partículas.
Um raio de luz é a representação da trajetória da luz em determinado espaço, e sua representação indica de onde a luz sai (fonte) e para onde ela se dirige. O conceito de raio de luz foi introduzido por Alhazen.

Lei dos Terços
O facto de se colocar o assunto ou o objeto principal no centro do quadro, nem sempre resultará em uma boa imagem. Normalmente a cena, com uma imagem centralizada torna-se cansativa.
A melhor forma de resolver este problema é imaginar que o visor de sua câmera é dividido horizontalmente e verticalmente por dois linhas equidistantes, formando nove pequenos quadros. Todos os quatro cruzamentos, ou a posição das linhas são bons lugares para se colocar o elemento principal da cena.
Isto se deve ao fato de que, na maioria das câmeras, o controle do foco da imagem é definido por um pequeno círculo no centro do visor. Logo você foca no rosto da pessoa fotografada e dispara a câmera. A imagem obtida mostra o personagem no centro da foto, dividindo o espaço em partes iguais, criando uma estrutura simétrica e difícil de equilibrar. A parte de cima da foto também é desprezada, não sendo utilizada na composição.
Para criar uma imagem com uma composição mais proporcional basta deslocar a pessoa fotografada para um dos lados da foto. Deste modo ela irá ocupar um dos terços da imagem (imagine que você divide o retângulo do negativo em 3 partes iguais) e nos outros dois você pode equilibrar com outros objetos que estão ao redor do fotografado ou mesmo com a paisagem ao fundo.

Linhas de forças verticais horizontais

Uma das normas mais populares da composição se baseia na repetição das linhas e objetos, especialmente quando o tema é uma estrutura.
As linhas horizontais, costumam expressar harmonia e profundidade, paz e tranquilidade, enquanto as verticais limitam a profundidade e atuam como barreiras entre a fotografia e a vista, quer dizer sublinham a grandiosidade do motivo.
As linhas curvas e amplas dão uma sensação de beleza e graça, contribuindo ao movimento e a composição. A vista percorre a linha de maneira pausada e natural. Produzem uma sensação de paz e tranquilidade.
As curvas em S , são outra forma de composição bela e harmônica, e também uma das mais comuns. A vista segue suavemente a curva até atingir o principal centro de interesse, centro que devemos assegurar-nos que exista.

3D-CaracteristicasCS2
O Photoshop CS2 é sem dúvida a ferramenta ideal para editar imagem, nao só para impressão, como para web e fotografia digital.
Permite-nos controlar a temperatura da cor, os contrastes, a limunisidade.
É possivel, fazer manipulação de imagem e fotocomposições perfeitas, controlar na totalidade a qualidade da impressão, bem como a compressao e exportação em vários formatos, como JPEG, PNG, GIF, TIFF.
Existe toda uma comunidade de utilizadores desta ferramenta e onde estao dispostos tutoriais e explicações de como trabalhar com filtros ferramentas e outras
http://www.adobe.com/products/photoshop/photoshop/features/
http://weblogtoolscollection.com/archives/2008/05/11/theme-designers-and-printcss/
Permite-nos controlar a temperatura da cor, os contrastes, a limunisidade.
É possivel, fazer manipulação de imagem e fotocomposições perfeitas, controlar na totalidade a qualidade da impressão, bem como a compressao e exportação em vários formatos, como JPEG, PNG, GIF, TIFF.
Existe toda uma comunidade de utilizadores desta ferramenta e onde estao dispostos tutoriais e explicações de como trabalhar com filtros ferramentas e outras
http://www.adobe.com/products/photoshop/photoshop/features/
http://weblogtoolscollection.com/archives/2008/05/11/theme-designers-and-printcss/
2D-Alfabetização Visual
As emoçoes servem uma finalidade concreta: sobreviver da melhor maneira possivel.
A educação visual permite-nos ter uma percepção e valorização de todos os estimulos visuais a que somos expostos e a reacção é a resposta ao seu entendimento.
O Homem baseia-se na visão para receber estimulos externos que lhe transmitem o máximo de emoções positivas e minimizar as negativas.
Existem no entanto condicionantes à percepção visual, são eles factores ambientais, culturais, sociais e tecnologicos, que dão forma ao contexto no qual comunicamos.
Portanto a exposição da imagem poderá ser interpretada de diferentes maneiras ependendo do contexto social, onde o receptor se insere.
http://www.culturecatalysts.org/site/?q=node/290
A educação visual permite-nos ter uma percepção e valorização de todos os estimulos visuais a que somos expostos e a reacção é a resposta ao seu entendimento.
O Homem baseia-se na visão para receber estimulos externos que lhe transmitem o máximo de emoções positivas e minimizar as negativas.
Existem no entanto condicionantes à percepção visual, são eles factores ambientais, culturais, sociais e tecnologicos, que dão forma ao contexto no qual comunicamos.
Portanto a exposição da imagem poderá ser interpretada de diferentes maneiras ependendo do contexto social, onde o receptor se insere.
http://www.culturecatalysts.org/site/?q=node/290
2C-ELEMENTOS FORMAIS DE UMA IMAGEM
“A imagem, é a forma mais autêntica de mostrar a alma do criador.”
A imagem é algo utilizado para representar uma outra ccisa, na sua ausência.
O desenho, a fotografia, o cartaz, a gravura e tantas outras formas de representação, são encardos tanto como processo quanto como resultado artistico, muitas vezes para a representação de algo com o qual sentimos necessidade de nos expressar. Muitas vezes representadas por ponto, linhas, ou formas que recriam os pensamentos, recordações, ou manifestos sobre um vasto número de expressividades culturais, sociais e politicas.
O resultado deste processo apresenta-se como uma composição bi ou tridimensional – a imagem.
Linha Pura
Este é um desenho composto predominantemente por linhas (as quais simplesmente delimitam os objetos desenhados, sem a intenção de explicitar seus sombreados ou texturas). É normalmente o primeiro tipo de desenho com o qual um estudante entra em contato - o que não significa que seja este um tipo de desenho de pouca complexidade. A linha pura também é utilizada como etapa inicial do desenho de uma perspectiva.
Tom de linha
Além de delimitar os objetos, representar suas texturas, mas ainda não incorpora dégradés ou
Tom puro
Uso extenso das técnicas conhecidas como sfumato e chiaroscuro, de modo a construir formas, figuras e espaços através de relações de contraste entre luz e sombra e meios-tons, sendo assim uma representação composta por manchas e texturas suaves onde a linha praticamente desaparece entre vários degradês.
Cor
A cor de um objecto é aquela que corresponde à cor reflectida, quando a chamada luz branca incide nesse mesmo objecto.
http://www.prof2000.pt/users/hjco/Luz_Cor2/espect01.jpg
A imagem é algo utilizado para representar uma outra ccisa, na sua ausência.
O desenho, a fotografia, o cartaz, a gravura e tantas outras formas de representação, são encardos tanto como processo quanto como resultado artistico, muitas vezes para a representação de algo com o qual sentimos necessidade de nos expressar. Muitas vezes representadas por ponto, linhas, ou formas que recriam os pensamentos, recordações, ou manifestos sobre um vasto número de expressividades culturais, sociais e politicas.
O resultado deste processo apresenta-se como uma composição bi ou tridimensional – a imagem.
Linha Pura
Este é um desenho composto predominantemente por linhas (as quais simplesmente delimitam os objetos desenhados, sem a intenção de explicitar seus sombreados ou texturas). É normalmente o primeiro tipo de desenho com o qual um estudante entra em contato - o que não significa que seja este um tipo de desenho de pouca complexidade. A linha pura também é utilizada como etapa inicial do desenho de uma perspectiva.
Tom de linha
Além de delimitar os objetos, representar suas texturas, mas ainda não incorpora dégradés ou
Tom puro
Uso extenso das técnicas conhecidas como sfumato e chiaroscuro, de modo a construir formas, figuras e espaços através de relações de contraste entre luz e sombra e meios-tons, sendo assim uma representação composta por manchas e texturas suaves onde a linha praticamente desaparece entre vários degradês.
Cor
A cor de um objecto é aquela que corresponde à cor reflectida, quando a chamada luz branca incide nesse mesmo objecto.
http://www.prof2000.pt/users/hjco/Luz_Cor2/espect01.jpg
1E-Percepção Visual
Organização e funcionamento das estruturas fisiológicas
que permitem as funções visuais fundamentais
Visao
Os globos oculares estão alojados dentro de cavidades ósseas denominadas órbitas, compostas de partes dos ossos frontal, maxilar, zigomático, esfenóide, etmóide, lacrimal e palatino. Ao globo ocular encontram-se associadas estruturas acessórias: pálpebras, supercílios (sobrancelhas), conjuntiva, músculos e aparelho lacrimal.

que permitem as funções visuais fundamentais
Visao
Os globos oculares estão alojados dentro de cavidades ósseas denominadas órbitas, compostas de partes dos ossos frontal, maxilar, zigomático, esfenóide, etmóide, lacrimal e palatino. Ao globo ocular encontram-se associadas estruturas acessórias: pálpebras, supercílios (sobrancelhas), conjuntiva, músculos e aparelho lacrimal.

O MECANISMO DA VISÃO
Os raios luminosos atravessam a córnea, o cristalino, o humor aquoso e o humor vítreo e atingem a retina. O mecanismo da visão pode ser melhor entendido, se compararmos o globo ocular a uma câmara fotográfica: o cristalino seria a objetiva; a Íris, o diafragma, e a retina seria a placa ou película. Desta maneira os raios luminosos, ao penetrarem na córnea e no humor aquoso, passando pela pupila, chegam ao cristalino, que leva a imagem mais para trás ou para frente, permitindo que ela se projete sobre a retina.
Na máquina fotográfica, o meio transparente é a lente e a superfície sensível à luz, o filme. No olho, a luz atravessa a córnea, o humor aquoso, o cristalino e o humor vítreo e se dirige para a retina, que funciona como o filme fotográfico; a imagem formada na retina também é invertida, como na máquina fotográfica.
O nervo óptico conduz os impulsos nervosos para o centro da visão, no cérebro, que o interpreta e nos permite ver os objetos nas posições em que realmente se encontram.

Os raios luminosos atravessam a córnea, o cristalino, o humor aquoso e o humor vítreo e atingem a retina. O mecanismo da visão pode ser melhor entendido, se compararmos o globo ocular a uma câmara fotográfica: o cristalino seria a objetiva; a Íris, o diafragma, e a retina seria a placa ou película. Desta maneira os raios luminosos, ao penetrarem na córnea e no humor aquoso, passando pela pupila, chegam ao cristalino, que leva a imagem mais para trás ou para frente, permitindo que ela se projete sobre a retina.
Na máquina fotográfica, o meio transparente é a lente e a superfície sensível à luz, o filme. No olho, a luz atravessa a córnea, o humor aquoso, o cristalino e o humor vítreo e se dirige para a retina, que funciona como o filme fotográfico; a imagem formada na retina também é invertida, como na máquina fotográfica.
O nervo óptico conduz os impulsos nervosos para o centro da visão, no cérebro, que o interpreta e nos permite ver os objetos nas posições em que realmente se encontram.

Luz
Cor propria, cor reflectida e intensidade de luz:
Cor propria, é a que se encontra nos objectos como eles existem na naturaeza.
Cor reflectida é que, nao sendo a natural, apresenta formas variaveis em função das condições de luz ambiente, ou de outras cores.
Cor através da intensidade de luz é a que se estabelece sobre a influência de uma cor dominante.

Cor
A cor é uma realidade sensorial. Nao é propriedade intrinsica dos objecto, mas um produto da interação dos comprimentos de onda dos raios solares, atravessando certas condições atmosféricas, refletidos ou absorvidos, por determinadas superficies.
Pensamos que a realidade sensorial do individuo nao é unilateral. Ao longo da sua vida, o ser humano tanto condiciona como é condicionado pela realidade que percepciona.Como tal, as cores constituem estimulos psicologicos para a sensibilidade humana, influenciando o individuo:
-para gostar ou nao de algo
-negar ou afirmar, abster-se ou agir. Muitas preferencis em relação à cor baseiam-se em associações e experiencias tidas no passado, mantendo-se imutáveis.

Processo psicológicos básicos da percepção visual e a sua integração Fenómenos de percepção visual
VISUALIZAÇÃO
Através do sistema visual, a percepção humana desempenha um papel importante na área da visualização, auxiliando os processos cognitivos a forma como os humanos percebem e reagem ao resultado da visualização, ou seja às imagens geradas, influenciam fortemente o seu entendimento sobre os dados e a sua utilidade. Assim, factores humanos podem contribuir significativamente no processo de visualização e devem ter um papel importante no projecto e na construção de ferramentas computacionais adequadas de visualização e análise de dados. a visualização como sendo “o uso de representações visuais de dados abstractos, suportadas por computador e interactivas para ampliar a cognição”.
OS SENTIDOS E A PERCEPÇÃO
Os sentidos são a base da percepção humana, o sistema sensorial humano é constantemente estimulado por um fluxo contínuo de acontecimentos envolventes. O resultado é uma excitação neural chamada de sensação.
As percepções diferem em função das características físicas do estímulo e interpretam-no em função das experiências anteriores a ele associado, possibilitando assim ao cérebro a extracção de conhecimento. Este fluxo contínuo de sensações desencadeia o que é designado por percepção.
A visualização explora principalmente o sentido humano que possui maior aptidão para captação de informação temporal: a visão. Além de ser o primeiro componente do sistema sensorial, a visão é o sentido adquirido mais rapidamente pelo cérebro e possui ainda capacidade de paralelismo; isto é, mesmo tendo a atenção focada num determinado ponto de
uma cena visual, o que lhe circunvizinha, num raio bastante largo, também é alvo do sistema de visão.
PERCEPÇÃO FORMA
Na teoria de Gestalt a mente humana configura as informações através dos canais sensoriais, percepção e/ou da memória (pensamento, cognição e resolução de problemas). Na nossa experiência do meio ambiente, esta configuração tem um carácter primário sobre os elementos que a conformam, e assim a soma destes últimos por si só não poderia levar-nos à compreensão do todo.
PERCEPÇÃO ESPACIAL
A percepção espacial não é associada a um órgão específico e é usualmente considerada como supra-modal e vale-se de elementos da percepção visual, auditiva e temporal. Em termos visuais, a percepção espacial é principalmente afectada pela distância entre os objectos e o tamanho relativo dos mesmos; a combinação destes dois factores com outros agentes pode ser especialmente útil na percepção e simulação espacial.
Cor propria, cor reflectida e intensidade de luz:
Cor propria, é a que se encontra nos objectos como eles existem na naturaeza.
Cor reflectida é que, nao sendo a natural, apresenta formas variaveis em função das condições de luz ambiente, ou de outras cores.
Cor através da intensidade de luz é a que se estabelece sobre a influência de uma cor dominante.

Cor
A cor é uma realidade sensorial. Nao é propriedade intrinsica dos objecto, mas um produto da interação dos comprimentos de onda dos raios solares, atravessando certas condições atmosféricas, refletidos ou absorvidos, por determinadas superficies.
Pensamos que a realidade sensorial do individuo nao é unilateral. Ao longo da sua vida, o ser humano tanto condiciona como é condicionado pela realidade que percepciona.Como tal, as cores constituem estimulos psicologicos para a sensibilidade humana, influenciando o individuo:
-para gostar ou nao de algo
-negar ou afirmar, abster-se ou agir. Muitas preferencis em relação à cor baseiam-se em associações e experiencias tidas no passado, mantendo-se imutáveis.

Processo psicológicos básicos da percepção visual e a sua integração Fenómenos de percepção visual
VISUALIZAÇÃO
Através do sistema visual, a percepção humana desempenha um papel importante na área da visualização, auxiliando os processos cognitivos a forma como os humanos percebem e reagem ao resultado da visualização, ou seja às imagens geradas, influenciam fortemente o seu entendimento sobre os dados e a sua utilidade. Assim, factores humanos podem contribuir significativamente no processo de visualização e devem ter um papel importante no projecto e na construção de ferramentas computacionais adequadas de visualização e análise de dados. a visualização como sendo “o uso de representações visuais de dados abstractos, suportadas por computador e interactivas para ampliar a cognição”.
OS SENTIDOS E A PERCEPÇÃO
Os sentidos são a base da percepção humana, o sistema sensorial humano é constantemente estimulado por um fluxo contínuo de acontecimentos envolventes. O resultado é uma excitação neural chamada de sensação.
As percepções diferem em função das características físicas do estímulo e interpretam-no em função das experiências anteriores a ele associado, possibilitando assim ao cérebro a extracção de conhecimento. Este fluxo contínuo de sensações desencadeia o que é designado por percepção.
A visualização explora principalmente o sentido humano que possui maior aptidão para captação de informação temporal: a visão. Além de ser o primeiro componente do sistema sensorial, a visão é o sentido adquirido mais rapidamente pelo cérebro e possui ainda capacidade de paralelismo; isto é, mesmo tendo a atenção focada num determinado ponto de
uma cena visual, o que lhe circunvizinha, num raio bastante largo, também é alvo do sistema de visão.
PERCEPÇÃO FORMA
Na teoria de Gestalt a mente humana configura as informações através dos canais sensoriais, percepção e/ou da memória (pensamento, cognição e resolução de problemas). Na nossa experiência do meio ambiente, esta configuração tem um carácter primário sobre os elementos que a conformam, e assim a soma destes últimos por si só não poderia levar-nos à compreensão do todo.
PERCEPÇÃO ESPACIAL
A percepção espacial não é associada a um órgão específico e é usualmente considerada como supra-modal e vale-se de elementos da percepção visual, auditiva e temporal. Em termos visuais, a percepção espacial é principalmente afectada pela distância entre os objectos e o tamanho relativo dos mesmos; a combinação destes dois factores com outros agentes pode ser especialmente útil na percepção e simulação espacial.
1D-Conceito Imagem
Definição de imagem
Imagem (do latim imago) significa representação visual de um objecto
Desde sempre que a filosofia, se debruçou sobre a complexxa relação que une a imagem e a realidade, bem como a sua definição.
Na República de Platão, defeniu-se imagem como “…primeiramente (as) sombras depois (os) reflexos que se veêm nas águas ou na superficie dos corpos opacos, polidos e brilhantes, e a todas as representações semelhantes”.
Já na época medival define imagem como algo que está em lugar de uma outra coisa, apontando já para algo que pode ser fabricado.
Podemos afirmar que a imagem é algo utilizado para representar uma outra coisa, na sua ausência, existindo três pontos incontornáveis:
-selecção da realidade;
-selecção de elementos representativos;
-estruturação interna que organiza os referidos elementos.
Do ponto de vista pedagógico, também durante longo tempo foi a imagem alvo de grande desconfiança, pois dizia-se “imprópria para produzir argumentação”. Hoje em dia é utilizada como veículo para uma aprendizagem mais completa e em que o aluno consegue “recordar” os conteudos apresentado.
Da sabedoria comum “ Uma imagem vale mais que mil palavras”
Imagem (do latim imago) significa representação visual de um objecto
Desde sempre que a filosofia, se debruçou sobre a complexxa relação que une a imagem e a realidade, bem como a sua definição.
Na República de Platão, defeniu-se imagem como “…primeiramente (as) sombras depois (os) reflexos que se veêm nas águas ou na superficie dos corpos opacos, polidos e brilhantes, e a todas as representações semelhantes”.
Já na época medival define imagem como algo que está em lugar de uma outra coisa, apontando já para algo que pode ser fabricado.
Podemos afirmar que a imagem é algo utilizado para representar uma outra coisa, na sua ausência, existindo três pontos incontornáveis:
-selecção da realidade;
-selecção de elementos representativos;
-estruturação interna que organiza os referidos elementos.
Do ponto de vista pedagógico, também durante longo tempo foi a imagem alvo de grande desconfiança, pois dizia-se “imprópria para produzir argumentação”. Hoje em dia é utilizada como veículo para uma aprendizagem mais completa e em que o aluno consegue “recordar” os conteudos apresentado.
Da sabedoria comum “ Uma imagem vale mais que mil palavras”
5C-Imagem e Educação

A Evolução histórica dos meios de comunicação.
A comunicação “fala a língua de várias ciências, artes e ofícios”, afirma Diderot, isto é com ela temos a capacidade de aprender, ensinar, partilhar, remetendo-nos para a ideia de comunidade e continuidade. Não é fechado em nós mesmos, é a busca para a melhor compreensão do que nos rodeia.
Ora a comunicação tal qual como a conhecemos nem sempre foi assim, em cada época histórica e cada tipo de sociedade possuem diferentes configurações que se distinguem e que continuam evoluindo interligadas.
Jean Cloutier, diferencia quatro fases da evolução da comunicação, que passo a caracterizar relacionando-as com a aprendizagem que foi evoluindo paralelamente à comunicação.
A Comunicação Interpessoal, teve inicio com o Homo Sapiens e no momento que aprendeu a exteriorizar as suas ideias, desejos e necessidades, graças ao gesto começou a associar a articulação de sons e tendo como referência o meio ambiente imediato.
O homem era, assim, o único médium de comunicação, o alcance da mensagem é limitado à sua capacidade auditiva e visual, para vencer esta limitação de deslocamento, surge neste contexto o mensageiro, ele vai levar o conteúdo da mensagem e passa-la para outro. A duração também é limitada pois esta irá ser reproduzida até ao final de vida do médium. Esta mensagem era passada de uns para os outros através de contadores que assumiam o papel de memória do
tempo.
O conhecimento era feito em casa, junto da família e da comunidade, os pais ensinavam os filhos a caçar, pescar e sobreviver no meio onde estavam inseridos. Este modelo permanece até aos dias de hoje, onde junto da família são passados os principais valores sociais, morais, religiosos fundamentais para o desenvolvimento do individuo.
A segunda fase, comunicação de elite, assim designada por Cloutier, chama-se linguagens de transposição. O aparecimento da escrita associa-se a estádios de civilização de sociedades humanas sedentarizadas, urbanizadas, e com uma indústria e comercio desenvolvidos, necessitando por conseguinte de novas formas de comunicação e de novos processos de intelectualização humana.
A escrita rompeu com o espaço e com o tempo e estava reservada a um número limitado de pessoas, só poderia ser descodificada por aqueles que tinha o conhecimento especializado para o compreender, dai a ser uma comunicação de elite.
A sua aprendizagem tardou, por estar associada a um instrumento de controlo de populações por parte de Estados Régios e de instituições religiosas. A escola aparece ligada ao progressivo uso da linguagem escrita e expande-se para facilitar a transmissão de conteúdos requeridos pela crescente complexidade das sociedades a industrialização foi o ponto de viragem no ensino da leitura e escrita.
A escola passa a ser o espaço de aquisição do saber e das capacidades da construção de personalidade e da socialização do individuo.
Até aos dias de hoje, o modelo de funcionamento das escolas está orientado por estas premissas, o toque de entrada, tal como nas fábricas, impõe a regra de inicio do estudo, o horário das 9 às 17, também igual ao horário de trabalho fabril. No meu entender um dos problemas da escola actual, é a falta de adaptabilidade à sociedade de hoje, com horários de aprendizagem mais flexíveis, objectivos diferentes a nível de aprendizagem e dinâmicas na
transmissão do conhecimento, promoção do auto-estudo acompanhado.
Com a industrialização, o livro tornou-se um objecto de consumo produzido em larga escala e acessível a todas as camadas da população. Passa-se de uma configuração em que o âmbito de comunicação estava circunscrito a um reduzido número de receptores para um âmbito extremamente elevado de receptores. A edição multiplica a mensagem, reproduzindo-a até ao infinito, a difusão leva a mensagem a qualquer lugar de uma forma quase instantânea. O
tempo e o espaço são transpostos pelo homem.
Este estádio de desenvolvimento da comunicação não está limitado aos seus inventores, mas a toda a civilização que difundiu, utilizou e massificou de modo a que os níveis de conhecimento fossem cada vez mais globais e abrangentes.
Estes meios têm uma característica comum, a emergência de uma configuração global, a multiplicação através da produção de cópias e a sua rápida difusão. É com esta amplificação da informação, através da popularização do livro, do jornal, do cinema, da rádio e da televisão (ver caixa de texto) junta-se à família e à escola um novo transmissor de conhecimento e de atitudes, o conceito de escola paralela, foi descrito pela primeira vez por Friedman.
A escola paralela, consiste na aprendizagem pela recepção de informação destes novos meios de informação emergentes, que de certa maneira, estimularam as mentes de quem estava limitado ao seu espaço envolvente , local, e dão a conhecer de uma forma rápida tudo o que se passa fora do mesmo. A recepção de informação destes meios, faz com que se discutam temas até então não falados ao nível local.
A evolução tecnológica permite que cada um de nós faça parte de uma sociedade informativa, em qualquer ponto do globo, designa-se self media, a possibilidade de se dispor de uma serie de meios tanto para receber como para enviar informação.
SELF MEDIA – "os Self Media surgiram após o apogeu dos Mass Media, isto foi possível devido ao desenvolvimento de equipamentos baseados em novas tecnologias de suporte de informação a custos acessíveis para um grande público. Os Self Media são instrumentos que permitem a criação e o acesso à informação por selecção, reprodução e registo individual.
Este médium é caracterizado por estar disponível através de uma vontade de procura
orientada por classes ou grupos de interesse, e ainda por o produtor e o receptor da
informação poderem ser o mesmo agente. Isto é, cada um dos utilizadores da informação é, em simultâneo, o seu produtor. Os Self Media possuem suporte na audiografia, fotografia, reprografia, audiovideografia e multigrafia." ("A Era de Emerec", Jean Cloutier: 1975)
A comunicação individual através dos self media introduz o Homem num universo multidimensional, o individuo deixa de ser um mero espectador para se converter em emissor e processador da informação. A capacidade de interligação destes equipamentos entre si, dando origem às redes informáticas permitiu a sua utilização colaborativa, a escola paralela, dá lugar à autoeducação.
A possibilidade tecnológica de inverter o tradicional e dominante sentido da comunicação, o domínio da interactividade é parte da natureza do emissor/receptor. Esta configuração comunicativa o aluno passa de um ser passivo a um ser activo na busca do seu conhecimento, o professor passa de emissor privilegiado mas sim o orientador do conhecimento, o ensino torna-se mais linear, transversal a todas as comunidades dentro e fora da escola . O espaço e o tempo, são completamente eliminados.
A escrita, tal com a conhecemos, é também melhorada, com a introdução do hipertexto, redireccionando por palavras chave para documentos complementares, que nos dão informações mais completas, sobre determinado assunto, que estamos a pesquisar ou a documentar, é um motor de interactividade.
As comunidades virtuais, abrem assim a porta para uma educação mais flexível, dinâmica, enriquecedora, pois o aluno, vai pesquisar sobre assuntos do seu próprio interesse, e a variedade de informação vai fazer dele, um individuo curioso e pró-activo na sua vida pessoal e profissional, na busca do seu autoconhecimento.
Num mundo em que as realidades mudam de um dia para o outro a imposição de horários, temas a aprender e discutir, conteúdos estáticos,
não fazem sentido, nem despertam o ser humano para a era Global que vivemos. Assim como existiu a massificação da informação através dos media, é necessário que as comunidades virtuais ganhem a força para serem encaradas como o presente e não como o “futuro que há-de vir”.
A fotografia pode ser classificada como tecnologia de confecção de imagens e atrai o interesse de cientistas e artistas desde o seu começo.
A fotografia pode ser utilizada no processo de investigação do quotidiano dos nossos estudantes, a fim de que mediante as imagens obtidas da escola, da família, da vizinhança, da cidade e das coisas que os cercam, eles sejam orientados, através de uma metodologia específica, para análise e estudo desses “momentos documentados” e suas correlações históricas, sociais, geográficas, étnicas e económicas; na educação, a simples disponibilidade
do aparato tecnológico não significa facilitar o processo ensino - aprendizagem, é preciso que o professor alie os recursos tecnológicos com os seus conhecimentos e estratégias de ensino, visando alcançar um objectivo:
o conhecimento real da imagem fornecida através da fotografia. Álbuns virtuais – com a popularização da fotografia digital, surgem sites especializados em armazenar fotografias, onde estas podem ser vistas e partilhadas por qualquer pessoa no mundo.
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